Baixei a foto que tirei do inseto chifrudo que andou comigo por 20 minutos na parte de fora do vidro do carro no dia que a grande VOZ se comunicou comigo. Weird.
Posts com Tag ‘bizarrice’
Inseto chifrudo
Dezembro 3, 2008Cotidiano sinistro
Novembro 12, 2008Halloween
Outubro 31, 2008Nas sextas-feiras 13 a molecada da minha rua se fantasiava e saia batendo de porta em porta pedindo doces, coisa que não vejo mais nem na minha rua nem em nenhum lugar.
Lembro que eu não tinha fantasia, mas tinha caninos protuberantes que me faziam acreditar que eu era parecido com um vampiro. Então era só pegar meu casaco (aquele azul com três listras, fake da adidas) e pedir doces.
Saí com uns amigos, e pedimos doces em uma casa da vila, a qual não conhecíamos os moradores. A mulher olhou para nós e não entendeu muito bem o que pedimos mas foi buscar alguma coisa.
Voltou com uma quentinha. Uma QUENTINHA. Achou que nós eramos mendigos. MENDIGOS. Quando a dona caridosa chegou perto da gente e viu nossa reação de what-a-fuck com a quentinha na mão ela se ligou que nós eramos apenas crianças com péssimas fantasias ou algum pano que simule uma fantasia. Tudo resolvido levamos algumas balas e uma lembrança eterna pra casa.
Como disse um amigo, respeite os mendigos porque um dia você pode ser um deles.
Polícia x Polícia
Outubro 16, 2008Sobre Jesus e Madonna
Outubro 11, 2008Ontem estava em um bar, e no intervalo da banda que estava tocando colocaram um show da Madonna no telão. Em um momento ela estava colocando seu dedo em sua generosa genitália e o lambendo. Poucos minutos depois ela estava emergindo em uma cruz e no fundo mensagens do mais vendido livro de fantasia, vulgo Bíblia.
A princípio achei bizarra a seqüência, mas depois pensei:
Não é isso que a grande maioria das pessoas fazem?
Fina Ironia
Julho 28, 2008![]()

Clique aqui para ouvir a versão em áudio.
Roberto Justus não é apenas um rostinho bonito. O publicitário tem um temperamento inquieto, afeito a grandes empreitadas. Não teve medo do disse-que-disse da grã-finagem quatrocentona ao se casar quatro vezes. Não teve medo das câmeras ao se arriscar como apresentador televisivo. Não teve medo da intelligentsia paulista quando publicou uma autobiografia. Qual Cortez, sempre esteve aberto a mudanças, a aventuras, a descobertas, a conquistas.
Houve, no entanto, algo que se manteve teimosamente estático na intrépida cavalgada de Justus pelos desvãos do destino. Estivesse flanando pelos jardins de Versalhes, esquiando nas montanhas de Aspen ou observando mamutes nas savanas de Mala Mala, um detalhe contradizia a sua imagem dinâmica e cosmopolita. O mal-estar persistiu até a histórica edição de Caras, a de 23 de outubro de 2007, que marcou a formidável reviravolta: após mais de uma década, Roberto Justus mudava o corte de cabelo.
Os fios tenuemente grisalhos, agora penteados para trás e domados com fixador, antecipavam algo que dizia respeito aos recônditos mais secretos da alma do publicitário. No mês passado, o mistério foi desfeito: às vésperas do Dia dos Namorados, quando os dardos dulcíssimos de Cupido zunem em todas as direções, Justus lançou seu primeiro disco, Só Entre Nós, com a expressiva tiragem de 10 mil cópias. A gravadora Sony BMG, sabendo o valor da jóia rutilante que tem em mãos, firmou contrato para mais dois álbuns.
A carreira musical de Roberto Justus começara em despretensiosas festas de fim de ano de suas empresas. Não raro, ele subia ao palco para exibir seus dotes vocais aos subordinados, que, pasmos, se entreolhavam emudecidos e, observando o comportamento dos chefes, espoucavam num uníssono de aplausos e assobios. Em mea-dos do ano passado, ampliou o público ao entoar a tépida voz de barítono na sua festa de casamento (o quarto). Diante do sucesso colossal, ainda que em petit comité, passou a ter aulas com Wilson Gava, professor da renomada cantora Sandy. Fiel ao preceito de que a boa arte não tem preço, bancou do próprio bolso um disco, que, infelizmente, só distribuiu entre algumas centenas de amigos íntimos.
Ardilosos executivos da Sony, no entanto, tiveram acesso ao opus e, de imediato, resolveram fazer a coruscante pepita chegar ao mercado, tão carente de música com M maiúsculo. Nos seus 53 anos de vida (embora o semblante másculo e jovial lhe desconte ao menos uma década), Roberto Justus acumulou os prêmios de Publicitário do Ano, Dirigente do Ano e Homem de Marketing do Ano. Agora, com meiga mélange de irrazão apolínea e rigor dionisíaco de Só Entre Nós, o Grammy é o limite.
Com o CD nas lojas, o novel cantante reservou a primazia da divulgação ao programa de Hebe Camargo, sua amiga de tempos imemoriais – para Justus, a amizade é uma chama sagrada que deve crepitar perpetuamente à luz de holofotes opalescentes. Ele atacou, com galhardo desassombro, a icônica Can’t Take My Eyes off of You, lançada nos anos 60 por Frankie Valli.
Diante da voz de uma oitava, com timbre aveludado, pátina de lenho do banhado e matizes ratazano-acinzentados (que, num lance de gênio, combinavam com o cabelo do artista), a buliçosa platéia, majoritariamente balzaquiana, soltou-se como uma ciranda de bacantes a verter ungüentos no cenáculo de Eros Longophallus e atingiu os píncaros do desvario. Depois de anunciar em alto e bom som que daria o disco de presente à amiga Consuelo Badra, ex-colunista social do Correio Braziliense, Hebe Camargo fulminou: “O que você fez agora uniu beleza, simpatia, essa voz deliciosa e bom gosto.” Theodor Wiesengrund Adorno não teria dito melhor.
Nem todos tiveram a finesse necessária para captar o delicado cromatismo dos falsetes de Justus. Em sua coluna em O Globo, Artur Xexéo usou e abusou do seu desconhecimento abissal da matéria para asseverar que “Roberto Justus, com orquestra, coro e tudo mais, talvez seja o pior cantor de toda a história do disco brasileiro”. Como assim? E Fagner? E Carlinhos Vergueiro? E Odair José?
À guisa de ironia, o jornalista Luiz Antonio Ryff anunciou no seu blog: “Por falar em sexta-feira 13, o publicitário Roberto Justus gravou um CD de músicas românticas. Em inglês.” Ao apontar para o repertório estelar, Ryff indagou: “Quem será que prefere escutar essas músicas na voz de Justus em vez de, só para citar alguns, ouvir as gravações de Louis Armstrong, Paul McCartney e Elvis Presley?” A resposta só pode ser uma: quem prefere Justus são justamente os melônimos fatigados do repetido ramerrão de Armstrong, McCartney e Presley.
Se tivessem reservado uma aconchegante noite de inverno, junto a uma lareira crepitante no castelo de Caras, saboreando fondue de requeijão e um Merlot São Roque – safra 2008 – em companhia de Luciana Gimenez, do vice-presidente José de Alencar, Regina Duarte, Ziraldo e da Mulher Melancia, os soi-disant críticos talvez conseguissem abarcar em plenitude a complexa mensagem do nosso, muito nosso, Julio Iglesias.
Certeiro como um raio desferido por Zeus, Justus atinge as semicolcheias onde elas merecem: na testa. À diferença de muitos intérpretes facilitadores, que tendem a exagerar o sentimentalismo rebarbativo, ele é econômico nos rubati, accelerandi, ralentandi e vibrati. Suas frases começam e terminam nos tempos justos (não é um acaso que ele tenha o sobrenome que tem), o que facilita a emoção adicional de quem deseja cantarolar junto. Transposta para o universo erudito, que Justus ombreia, a sua estratégia estética poderia ser comparada à do falecido maestro Arturo Toscanini, da Filarmônica de Nova York, que jamais fugiu às dinâmicas, propostas na partitura.
Justus não teme comparações. Nem imitações. Quando soam as primeiras notas de seu Unforgettable, tocadas ao piano, é inevitável rememorar a famosa versão de Nat King Cole e sua filha, Natalie – até porque o brasileiro repete a parceria em família, dividindo os vocais com sua irmã Cathy Justus (moça de talento promissor).
Quando canta I’ve Got You Under My Skin, a referência deliberada, tanto musical quanto imagética, é Frank Sinatra. Tal qual o cantor de olhos azuis (os de Justus também são fulgurantes e enigmáticos), o publicitário nada de braçada larga no estilo intimista e, nos metros finais, ultrapassa Sinatra por meio corpo. Justus – esse eterno menino peralta! – se dá ao fausto de fazer estrepolias com as palavras, esta-peando-as para lá e para cá como se fossem vagabundas ou petecas. Quando entoa a palavra “move”, por exemplo, brejeiramente prolonga a letra “o”. É um achado.
Mas, dadas as armadilhas de repertório portentoso, ele sabe quando recuar. Ao arriscar-se em My Way, Justus cede os seis versos mais agudos à voz firme de Francis Bringell, cantor romântico que nos anos 80 fez duo com Fausto Silva,
o Faustão. Poderia ter providenciado o acompanhamento dos Canarinhos de Petrópolis, mas escolheu a senda mais inóspita, mais defloradora.
Foi uma decisão sábia, típica de chansonniers maduros. Com isso, sobe ao pódio e colhe as láureas argênteas às quais faz jus – e que combinam tão bem com seu novo penteado. Mas não nos enganemos: nos interstícios de seus trinados, é possível entrever a infância difícil (a inveja dos amiguinhos por ser dono da bola e do campo), a mocidade de doutos estudos (das obras completas de Lya Luft, lidas da primeira à sexta página), a laboriosa porfia na maturidade (para deitar Adriane Galisteu sobre lençóis Santista) e as eternas indagações estéticas que lhe rondam a augusta fronte (“A manicure já chegou?”). É por isso que Só Entre Nós já nasce clássico.
Bruxas existem, parte II
Julho 26, 2008http://fabulariogeral.wordpress.com/2008/07/13/bruxas-existem/
Origem: Desciclopédia, a enciclopédia livre de conteúdo.
Desnotícias:Glória Maria revela a fonte da juventude: caldo de pinto
| Este artigo é parte do Desnotícias, a sua fonte de ignorância 24 horas por dia. |
HELL DE XANEIRO, Brasil – A jornalista Glória Maria – na geladeira de férias da Rede Globo há sete meses depois de ter brigado com Pedro Bial e Zeca Camargo por ter pego calcinhas e maquiagens de ambos sem autorização – usa mais de cem supositórios pílulas mágicas por dia” e faz até caldo com ninho de pinto trazido da Tailândia para rejuvenescer.
Local da Tailândia onde Glória Maria compra matéria-prima de seu caldo de pinto
Glória Maria: pelo jeito, o tratamento não obteve o sucesso esperado…
CD de Glória Maria: a capa com Glória pelada lutando contra Darth Vader à noite em uma mina de carvão causou polêmica
Glória Maria já viajou o mundo como repórter da Globo para o Fantástico e aprendeu em cada lugar que conheceu a utilizar os melhores produtos para manter a juventude.
Quando perguntada porque utilizar produtos da Tailândia em específico, Glória explicou que prefere os produtos daquele país a outros:
O pinto da Tailândia é melhor, porque é parecido com o pinto do Japão, mais acessível. Imagina se eu fosse utilizar o pinto africano, como aqueles do meu primo Bengalelê Motumbo! Não tem como, né? ![]()
Glória Maria está escrevendo dois livros contando suas viagens pelo mundo em busca da fórmula da juventude. Um livro será escrito português e o outro em gloriamariês – idioma dominado somente por ela, com palavras como “manx” em vez de “mas” e “fachista” em vez de “facista“.
Assim como Roberto Justus, a apresentadora quer gravar um CD. Otorrinolaringologistas já estão vislumbando que ganharão muito dinheiro com essa nova pérola do cancioneiro popular.
Glória Maria diz não sentir falta do Fantástico, pois depois da TV Digital suas rugas e pés-de-galinha ficaram mais aparentes, logo não gostava mais de fazer aquilo e prefere fazer outra coisa domingo à noite.
A jornalista agora dedica seu tempo livre (cerca de 24 horas por dia) aos exercícios, às festas e a encontrar amigos pelo mundo. No mês passado, ela participou da festa da demolição das Torres Gêmeas em Nova Iorque, foi a um casamento gay na Califórnia e tomou Noku em St. Tropeito.
Fontes
- Glória Maria toma sopa de ninho de passarinho para rejuvenescer Folha de São Paulo 17/7/2008
- Corra, Glória, corra Folha de São Paulo 17/7/2008
Bruxas Existem
Julho 13, 2008http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u421931.shtml1
13/07/2008 – 12h05
Glória Maria toma sopa de ninho de passarinho para rejuvenescer
da Folha Online
13/07/2008 – 12h05
da Folha Online
A jornalista Glória Maria –de férias da TV Globo há sete meses– toma “mais de cem pílulas por dia” e faz até sopa com ninho de passarinho trazido da Tailândia para rejuvenescer.
| João Miguel Júnior/TV Globo |
![]() |
| Glória Maria toma 100 pílulas por dia e sopa com ninho de passarinho para rejuvenescer |
A informação é da coluna Mônica Bergamo, publicada na Folha deste domingo (13). O conteúdo completo da coluna está disponível apenas para assinantes do UOL e da Folha.
Segundo Bergamo, Glória Maria está escrevendo dois livros, planeja um terceiro, quer gravar um CD e diz não sentir falta do “Fantástico”, pois não gostava mais de “fazer aquilo”.
A coluna afirma ainda que a jornalista também dedica seu tempo aos exercícios, às festas e a encontrar amigos pelo mundo. No mês passado, ela participou da festa da demolição do hotel Royal Monceau, em Londres, foi a um casamento no Marrocos e tomou sol em St. Tropez.




